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Imprensa

Sobre "A vez de morrer"

Maria Esther Maciel - Folha de São Paulo - 11/08/2014
"Campos explora as linguagens do tempo em que vive e da geração a que pertence, mostrando-se à vontade com as possibilidades narrativas que um bom romance requer. Sua antena para capturar as contradições humanas e sociais é apuradíssima, assim como sua habilidade em transformar tal matéria-prima em boa literatura. O livro evidencia, assim, não apenas a maturidade precoce da autora, como também o vigor de uma nova geração literária que vem se afirmando no cenário brasileiro atual."

Luiz Biajoni, no Literatsi
"É o melhor exemplo da nova literatura brasileira contemporânea. Com linguagem moderna e sem firulas, Simone nos faz acompanhar Izabel, uma jovem dos dias de hoje. O tipo de livro que pode levar alguém a se apaixonar pela nova literatura brasileira."

Santiago Nazarian - Folha de São Paulo - Êxodo urbano na atual escrita brasileira - 28/09/2014
"Simone Campos [...] lança agora 'A Vez de Morrer' [Companhia das Letras, 256 págs., R$ 38], em que parece já dar um passo além nessa visita ao mato. A bolha imobiliária carioca é colocada no romance como uma razão concreta para essa migração. [...] Mas a conclusão dessa migração é frustrante e insatisfatória. Aqui, parece haver a constatação de que o campo como coisa externa já não existe mais. A fuga da cidade já não é mais possível, porque o urbano está em todo lugar e só é possível migrar para seus derivados: suburbano, pós-urbano. E talvez essa seja a resposta. A literatura brasileira busca novos horizontes, mas já vela um paraíso perdido. Um cenário que não mais existe. Uma natureza-morta à qual ela não pertence."

Daniel Galera - coluna no jornal O Globo - "Mato globalizado" - 21/07/2014
"Izabel, a protagonista de 'A vez de morrer', volta do Canadá para o Brasil e, penando para se estabelecer em um Rio de Janeiro que se tornou hostil devido ao caos cotidiano e à bolha imobiliária, decide passar uma temporada no sítio deixado pelo avô na serra fluminense. A crônica detalhada dessa experiência começa com as pequenas coisas — limpar a piscina, revirar as lembranças de família — mas logo se ramifica num amplo painel de costumes e transformações sociais, no qual questões como a liberdade sexual e as novas relações de trabalho são fontes de angústia e empatia entre os personagens. Izabel encontra um interior urbanizado e moralista de mentes disputadas pela religião e pelas novas tecnologias, um mundo em que ser moderno já deixou de ser glamouroso ou mesmo de fazer sentido."

Laerte Coutinho - via sua página de Facebook - 22/07/2014
"Simone é uma das pessoas que escrevem mais legal que eu conheço. Dificil dar uma ideia assim rapidamente. É muito bom."

Will, no blog Pilhas em série - 03/11/2014
"Eu achei 'A Vez de Morrer' tão bom, mas tão bom, que no meio da leitura eu queria parar e dar um abraço na Simone Campos pra agradecer."

Fabíola Paschoal, no blog Cocota Nerd - 22/09/2014
"é uma leitura que recomendo demais para quem, como eu, tem uma queda por livros que tratem de coisas que poderiam acontecer fora das páginas, e por personagens gente como a gente. Depois que você conhece a escrita da Simone, não consegue mais largar."

Sobre "OWNED - Um novo jogador"

Um jogo em capítulos - matéria de Murilo Roncolato - Estado de S. Paulo - 24/07/2011

"Pode parecer confuso no início, mas a gente pega o jeito muito rapidamente e o resultado é bastante divertido, bem sacado e extremamente caprichado." - matéria de Fernando Souza Filho - EGW, mar/2012

Sobre "Amostragem complexa"

"Irônicas e labirínticas, as histórias trazem personagens perdidos entre a angústia do cotidiano e o desequilíbrio da alegria, em narrativas que escondem (também) largas elucubrações sobre o que é literatura ou melhor sobre o que ela deveria ser e não pode ou talvez nem precise mais ser." - Jornal do Commercio (Recife) - por Schnaider Carpeggiani - mai/2009

Sobre "A feia noite"

"Em seu esperado segundo livro, ela confirma a escrita: nada a ver com literatura de mulherzinha ou, pior, de carioquinha - o Rio de Janeiro que ela nos mostra é noturno, sujo, feio, forte e formal (...)".
Ronaldo Bressane - Revista Trip - novembro de 2006 - leia na íntegra

"A proposital falta de objetividade da narrativa às vezes pode cansar um pouco, mas nada que atrapalhe muito este fluxo de consciência intermitente, porém muito bem escrito, amparado na indefinição da personalidade de Maria Luiza."
André Luis Mansur - O Globo - Prosa & Verso - 20/01/2007 - leia na íntegra

"Em seu primeiro romance, o shopping era onipresente, o centro da vida dos personagens; agora, é a noite que ganha destaque e protagoniza todos os capítulos, que rege e embala as discussões e decisões. (...) O livro é uma fatia de noites atrevidas e sensíveis, dolorosa e mágica."
Ana Paula Maia - blog Paralelos - 07/11/2006

"A feia noite, de Simone Campos (7 Letras), é uma historinha de amor fragmentada e talvez excessivamente cifrada, mas é também uma sucessão de ótimas cenas e frases de dar inveja, uma demonstração empolgante de estilo."
Daniel Galera - em seu blog

"Cheio de Vitamina D, A feia noite é magro, mas não raquítico. É um livro de ossos fortes e que demonstra ser de grande ajuda nas funções cardíacas, musculares e, claro, neurológicas."
André de Leones - em seu blog

E mais:

Palavras de quem passou pela peneira - Megazine - jul/2008

Uma jovem, dois romances (parte 1) (parte 2) - Revista EntreLivros - por Pedro E. Urban - jul/2005

Sobre o conto Bondade

"Uma das boas surpresas foi 'Bondade', de Simone Campos, que eu desconhecia, apesar de a garota de 21 anos já ter um romance publicado. O tema do conto é uma bobagem extrema (...) Se alguém me contasse a história, provavelmente ia fazer um muxoxo e mandar essas meninas encararem um tanque e parar de fazer drama com besteira. Mas o conto é tão bem urdido, tão envolvente, que quando me dei conta estava acompanhando aquilo como se os dilemas da narradora fossem de suma relevância para a humanidade."
João Ximenes Braga – em seu blog - mai/04

Sobre "No shopping"

"O livro "No Shopping" poderia a princípio parecer apenas uma publicação a mais, inserida no atual filão voltado ao público adolescente, com um título a sugerir um enredo pueril e consumista. Sua leitura, entretanto, surpreende em alguns aspectos, a começar pela linguagem, com um texto cuja estrutura é marcada por uma narrativa cortada e não linear, muitas vezes próxima à poesia.”
Heitor Frúgoli Jr. - Folha de SP - 10/02/2001 - leia na íntegra (assinantes da Folha/UOL)

"O pequeno livro de Simone (no tamanho, mas não na importância) revela os sintomas de uma geração que vem se formando com o processo de globalização e com o avanço desenfreado da Internet e da cibercultura. (...) Felizmente, Simone Campos aprofunda o questionamento desse vazio, assumindo com coragem os escombros de tantos projetos fracassados para extrair deles alguma centelha, ainda que tênue, difusa. A força de sua prosa está justamente na fragilidade que revela, na aceitação da beleza que se esconde na sua precariedade."
Reynaldo Damazio – Revista Cult fev/2001 - leia na íntegra

"Simone Campos apresenta maturidade surpreendente para não cair na pasmaceira ideológica de culpar o sistema, a globalização e seu descarado estímulo ao consumo sem culpas. Ela simplesmente constata o que toda essa mistura pode provocar nos corações e mentes de toda uma geração, aliás, de sua própria geração."
André Luis Mansur – O Globo – Prosa & Verso - 17/02/2001 - leia na íntegra

"O mais original (seria demais falar em pós-moderno?) é que Simone exerce sua ironia e mordacidade contra o mundo dos shoppings, falando de dentro desta mesma cultura. Não é mais preciso ser um outsider para ser crítico."
Beatriz Resende – no.com.br – 05/10/2000 - leia na íntegra: parte 1 - parte 2

"(...) escrito num ritmo que lembra o próprio shopping, com uma estrutura que mistura videoclipe e colagem pop. A sintaxe é desconcertante, como os idosos julgam ser a cabeça de um adolescente. Aliás, não é um livro fácil, independentemente da idade."
Zuenir Ventura – Época - 25/12/2001 - leia na íntegra

E mais:

As letras vão ao shopping - por Francesca Angiolillo - ago/2000 - Folha Ilustrada

Entrevista - parte 1 - parte 2 - site iGuais - por Iansã Negrão - 2000

Primeiros passos no mundo das letras - Folha de Londrina - por Nelson Sato - out/2000

Diga não ao consumismo (entrevista) - jornal A tarde - por Nadja Vladi - jan/2001

Novos talentos - Vogue alto verão 2006 - por Ignácio de Loyola Brandão